DESISTINDO COMPLETAMENTE DO BLOG POR FALTA DE LEITOR, ALIAS POR FALTA DE COMENTS...SEI Q TEM ALGUNS Q  COMENTAM E SEI Q TEM MUITOS Q LEEM MAS SÃO PREGUIÇOSOS NÃO QUERO Q LEIAM QUERO COMENTÁRIOS, OBRIGADO ELLEN , LEOPOLDO, SUSSU E SÓ ACHO Q SÓ ELES COMENTÁRAM SEMPRE...E PATRICIA TB...BEJOS

Marcas da violência de David Cronemberg: sem dúvida é o filme, mas sincero do ano com um final, a cena final, que me agradou muito mesmo. Um amigo meu disse que era forçado todo o filme, mas bom do mesmo jeito.

      Li um a entrevista de Cronemberg onde ele tinha ido ver uma prévia desse seu filme e uma mulher danou a rir na cena de sexo que tem no filme, o fato ocorreu nos EUA, o engraçado é que na mesma cena no cinema em que eu estava uma mulher, irritante, começou a rir também. Por que as pessoas não lidam bem com cena de sexo, ou riem, ou acham vulgares, ou ficam “excitadas”? Bom assim mesmo é um dos melhores do ano me impulsionou a comprar um filme do David chamado “scanners desafie sua mente”. Viva Cronemberg mais maduro e violento como sempre.

 

Revelações com Anthony Hopkins e Nicole Kidman.

Outro filme sincero que há tempos eu queria ver, não é a perfeição cinematográfica mas dá pro gasto e como dá. O filme é carregado por todos os atores e é ótimo ver Gary Sinise num papel de pessoa boa e ainda numa cena um tanto constrangedora de dança.Bonita, mas constrangedora. Veja é o que há.

 

Os sonhadores do odiado(por mim) Bernardo Bertolutti: certos filmes eu nem gosto de fazer criticas, emtão não vou me dar ao luxo de fazer esta resenha.desculpe aos que gostam desse filme. Conselho, não assistam é muito nojento.

Domino de Tonny Scott com um monte de atores bons e Macy Gray.

 

Eu imaginava que ia ter uma dor de cabeça durante a sessão, foi dito e feito o filme é muito colorido e barulhento, mas não deixa de ser um ótimo filme onde uma teoria minha se comprova, todos so filmes tem uma relação em que os ou o personagem quer amar ou precisa de amor, não foge o caso de Domino que no final das contas como todo ser humano quer amar. Não seria o bastante e finalizando o filme temos uma música de Macy Gray fantástica como só ela.

 

Críticas e nota de Rodrigo Salem da revista Set de cinema:

Segue na integra a, inacreditável, crítica que este senhor fez do filme "Manderlay".

"Lars Von Trier deveria fazer um filme sobre o Brasil. Sério. O diretor dinamarquês se acha tão cheio de respostas e certezas absolutas que uma trilogia sobre o Brasil provavelmente resolveria todos os problemas desta terra descoberta por Cabral. Mas como nós somos o Brasil e não os donos da bola, von Trier prefere atacar e estigmatizar os EUA em sua trilogia que se iniciou com Dogville e chega a seu segundo capítulo, Manderlay - o último, Wasington, está previsto para 2007.

Dogville já foi uma pretensão sem fim de um diretor com muito a dizer e pouca capacidade de filmar. Manderlay consegue ser ainda pior. Depois de matar toda a cidade no interior do Colorado, Grace (Bryce Dallas Howard) viaja com o pai gangster (Willem Dafoe, o único que ainda entrega bons momentos) e pára numa vila no Alabama, chamada Manderlay. Nesse fim de mundo, a escravidão ainda existe. A heroína pura de von trier despe-se das metáforas divinas da produção anterior para ser possuída por Abraham Lincoln: ela impõe á força que os escravos sejam livres e assumam os papéis de chefe na comunidade. Mas depois de tanto tempo servindo aos patrões, os negros saberiam viver em sociedade?

Além de arrogante, a premissa de Manderlay é enojante e racista.Von trier cria tal ódio, mas se afunda na própria crítica.È bem verdade que o roteiro tenta sair dessa prisão maniqueísta no terço final, mostrando que o mal faz parte do ser humano, independentemente de rótulos e raças. Mas Spike Lee já falava isso há dez anos."NOTA: 2,0 (DE 1 A 10)".

 

Acaba ai a "critica especialista " de alguém que eu tinha respeito nas opiniões cinematográficas. Enojante é ler esse tipo de critica de uma revista que eu respeitava e que acreditem elogiou o filme "2 filhos de Francisco" e deixou esse tipo de critica ser publicado tendo em vista que uma das melhores trilogias está sendo criada. Mas ainda me dá a certeza que o "jabá" acontece porque alguém elogiar os "2 filhos de Francisco" só pagando mesmo. Vou me despir do medo de receber críticas dos meus filmes quando eu for cineasta, não vale a pena receber esse tipo de critica. E AINDA DERAM NOTA 2 PRA UM FILME TÃO IMPORTANTE COMO É ESSE.

Estou me aproveitando do telecine premium pra ficar em diz com os filmes que preciso ver, assim sendo vi:

 

Alien vs Predador de Paul W.S. Anderson:

Simplesmente divertido de se ver. Há no mundo do cinema gêneros que vejo com muita facilidade e sem grandes questionamentos como: ficção científica (com alienígenas), comédia besteirol (como as de Mel Brookes ou dos irmãos Zucher), filmes de zumbi (qualquer um), dramas pesados e filmes difíceis de entender (leia-se David Lynch).

As bicicletas de Belleville:

É um ótimo desenho, não é (muito) recomendado pra crianças. Peca pelo excesso de silêncio, no mais é muito bom, principalmente o final. Pelo filme não ter muitos diálogos ele se torna universal tanto é verdade que por ele ser originalmente Francês estávamos eu e um americano assistindo (lembrem-se eu trabalho num albergue pra estrangeiros) e ele não sabia Francês nem português (legendas),mas como eu disse ele ,o filme, é tão universal que se tivesse um japonês assistindo entenderia também , visto que é um filme quase "mudo".

 

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    Acabei de ler o livro de José Saramago, "o ensaio sobre a cegueira" e mesmo não tendo lido muito livro na minha vida esse já é pra mim um dos melhores livros que li, é simplesmente surpreendente, literalmente surpreendente.

Gostaria de saber de quem leu o livro se concordam que no lá pelo final quando o grupo especifico do livro vão à casa de um deles e encontram um senhor(que é velho e escritor) na casa referida é o próprio José Saramago, que se pôs na história discretamente. Achei genial. Outro ponto genial é não denominar a cidade onde acontece a história e nem o nome dos personagens a quem ele se refere sempre um acontecimento relacionado ao próprio personagem, como: "aquele que dirigia o táxi" ou "a dos óculos escuros" etc... Brilhante. Juro que vou, quando for cineasta filmar esse livro, se já não estiverem feito antes.

Li também a revista Bravo a qual achei dispensável, não sei se é "cabeça" demais o se é ruim mesmo.

Um brinde a melhor novela do ano: A Madrasta.

Da qual o jornal o Globo criticou veementemente, não por ser ruim, mas pela inveja mesmo.

Nesse mês me vinguei vendo o máximo de filmes foram poucos, mas vou melhorar, entre eles:

A noiva-cadáver de Tim Burton:

O critico Pablo Villaça no site www.cinemaemcena.com.br fez uma critica animadora,mas exagerada sobre o filme, disse que Tim Burton não realizava a 11 anos um filme tão bom. Concordo que é um dos melhores do ano, é curto, engraçado etc... Mas dizer que Tim Burton não realizava nada tão bom há tanto tempo é exagero, sei que sou suspeito porque sou fã dele, mas e Sleepy Hollow? E A Fantástica fabrica de chocolate? E Marte ataca! ? E Big Fish (apesar de eu não ser muito fã)? E Planeta dos Macacos? Exagerou e muito, é um filme imperdível no cinema ou em dvd.

Vi no Telecine Premium : Sherk 2... E como eu achava que era completamente indispensável eu acertei, pelo menos foi de graça. Não sei porque as pessoas gostam tanto dos desenhos da Dreams Work fala sério.

Ainda no cinema vi em pré-estreia:

Jogos Mortais 2: apesar de muita gente não acreditar que eu adivinhei o primeiro (eu escrevo por isso sempre penso no impossível, por isso acerto finais de filmes) digo logo que também adivinhei o final desse segundo, é muito mais óbvio e muito mais forçado que o primeiro. Bom ou ruim? Você decide, eu ainda não me decidi.

E: O senhor das armas com Nicolas Cage e direção de Andrew Niccol (que amo). Eu amo os filmes dirigidos por Niccol (inclusive S1mone) e não achei que seria diferente nesse,mas há um pequeno detalhe que não gostei, mas que não atrapalha, o filme é narrado pelo personagem de Nicolas Cage e eu acho que esse tipo de narrativa não funciona mais no cinema é óbvia demais.

Mas em tempos de referendo sobre armas ( passado) seria um filme obrigatório a cada brasileiro, não sei se ia captar a mensagem (se é que existe) mas seria válido do mesmo modo.

P s : estou xoxo este mês, me sentindo só.

    

   O festival do rio acabou, e eu queria ver um monte de filmes, tinha o dinheiro e não tinha tempo, é a velha premissa, quando você tem um não tem outro, no meu caso eu consegui um emprego pra ter o dinheiro necessário para ver os filmes, mas o meu trabalho me podou o tempo também ,uma coisa segue a outra. Não foi perdido vi dois filmes no festival: “Manderlay” de Lars Von Trier e “Last Days” de Gus Van Sant.

 

  Primeiro vi “Last Days”. Sobre ele não vou falar muito ,pois nesse momento estou estudando Gus Van Sant, mas o que posso dizer é que não posso julga-lo , não digeri o filme ainda. Posso adiantar que é mais do mesmo de “Elefante”, só que nesse filme tem mais silencio e mais planos seqüências intermináveis e não é tão chocante como “elefante”, automaticamente ele nos fazia refletir, e “Last Days” nem nos põe pra pensar, é algo a ser analisado em dvd. Ah! Ia me esquecendo Gus Van Sant não veio ao festival como o prometido, ainda bem pra ele, pois ia ficar triste com as poucas palmas que os presentes na sessão bateram e um desses poucos com certeza não fui eu, não ainda.

 

    Ao contrário de “Manderlay” que continua a saga atormentada de Grace. Lars von trier é um gênio que merece todo e qualquer prêmio, o cinema dele foge qualquer regra imposta existente, sem contar que ele não mede esforços para mostrar uma realidade, seja pessoal ou mundial. Todos na noite de exibição do filme no Odeon puderam contar com a presença de Danny Glover que faz aqui o melhor papel de sua carreira, a ilustríssima presença  dele me fez ficar com vergonha do publico brasileiro que fez parecer o filme “Manderlay” uma comédia, porque todos não paravam de rir como se fosse um pastelão, não nego que umas partes eram engraçadas ,mas o humor vinha muito com sarcasmo e ironia e não acho que tanta risada faria bem a nossa imagem, uma pena. A trilogia de Lars Von trier é necessária, à humanidade melhora ao assistir seus filmes, refletem pelo menos. Bom se não a humanidade comum pelo menos os cinéfilos de plantão. O filme é mais do mesmo, mas uma repetição necessária.Bryce-Dallas Howerd faz a Grace desse filme, pois Nicole Kidman não resistiu a Lars. Bryce não faz mal seu papel mas o faz forçadamente pois parece querer superar Nicole, aceitável.

 

  Mas por falar em Nicole Kidman, ela deixou de fazer “Manderlay” para fazer “A Feiticeira” que vi esses dias também. Como disse um amigo meu ,a arte não é o intuito de certos atores eles só se importam com o dinheiro, uma pena. “A Feiticeira” é divertido, mas não é arte é um simples filme de verão americano. No filme temos a presença de Shirley Maclane e Michael Cane que misteriosamente não aparecem no final e não sai nenhuma explicação do envolvimento dos personagens deles no filme, uma grande falha.

 

   E vi também “o chamado 2”, que não é tão bom quanto eu imaginava ,mas dá pra distrair. O melhor desse filme  são as presenças ilustres de Elizabeth Perkins e Sissi Spaceck. O melhor é pegar “ o chamado” de novo vale mais a pena.

Arrumei emprego, então por isso estou dando um tempo a fazer algo como escrever, produzir, etc. As meninas estão produzindo um curta-trabalho para a faculdade delas e eu queria muito ajuda-las mas meu tempo diminuiu e estou tentando  aprender a lidar com o tempo que tenho. No mais voltarei a escrever o contos dos desgraçados pelas madrugadas que eu estiver livre.

 

P S: Está vindo o FESTIVAL DO RIO BR de cinema, que nos trará: Gus Van Sant com seu Last Days, Spike Lee, Danny Glover com Manrdaley e um filme com Macy Gray, Shadowboxer vou tentar ver todos agora que tenho emprego.

 

    E o festival do rio chegou. Não há ingressos à venda para os filmes que citei, só há um modo de compra-los, chegar ao cinema em que vai ser exibido o filme que se quer ver na abertura da bilheteria, e eu vou fazer plantão no Odeon ao que me parece.

    Agora eu sei onde fica o unibanco artplex, estação botafogo, e o outro que fica ali por perto e eu não lembro o nome...Nossa como tem cinema “cult” em Botafogo. Bom fui ver a última sessão legendada de  “ a fantástica fabrica de chocolate “ de Tim Burton e não vou comentar como de costume o que eu acho do filme, mas só posso dizer que não poderia ter caído em mãos melhores do que a de Tim , pois outro faria merda nessa nova adaptação. Para constar o filme de Burton é infinitamente melhor do que o original, apesar deu gostar da musiquinha dos oompa-loompas do antigo. Mas detalhes sobre esse filme de Tim Burton só no trabalho que vou realizar sobre ele no futuro,mas de cara é um filme imperdível.

e na desconstrução estou fazendo isso:

 

 Nesse momento crítico meu cérebro funciona melhor, e com isso estou escrevendo muitas coisas entre elas estão:

 

   Os contos dos infelizes, que conterá 3 histórias : “os últimos passos de Scarlett”, “O ator”  e “Convenção das Barbies”. Que futuramente pode ser um livro.

    E escrevi um roteiro de curta metragem baseado numa música  e clipe de Fatboy Slim cantada por Macy Gray chamada “Demons”, justamente o curta-metragem se chama “Demônios”.

 

 Gostaria que esse grupo desse certo, mas vejo uma graaaaaaaande dificuldade. Se não der é partir pra outra. O que acham meninas????

BOM AQUI COMEÇA O DIÁRIO, OU MELHOR,SEMANÁRIO SOBRE NOSSAS PRODUÇÕES DE CURTA METRAGEM.ESTAMOS AINDA EM PROCESSO DE PRODUÇÃO DO QUE SERÁ NOSSO PRIMEIRO CURTA, NÃO É FÁCIL FAZER ESTE TIPO DE TRABALHO ,HÁ UMA  GRANDE NECESSIDADE DE TEMPO (LIVRE DE PREFERÊNCIA). NESSE MOMENTO DA MINHA VIDA PENSO QUE SE JÁ É DIFÍCIL FAZER UM  CURTA IMAGINEM UM LONGA METRAGEM?

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